quarta-feira, 26 de abril de 2006
Filosofando
por Marcelo Pizani
Ser não está diretamente ligado a um fato ou acontecimento.
Para Ser, não é preciso uma causa!
Ser ou não ladrão, como já é sabido não se deve ao fato da pessoa pertencer a determinada classe social ou etnia, uma vez que temos ladrões de diversas etnias e posições sociais, sejam eles políticos ou não.
Ainda com o ladrão, existe um ditado popular (não conheço o autor) que diz que a ocasião faz o ladrão. Eu particularmente prefiro essa: A ocasião faz o furto, o ladrão já nasce feito!
Voltando ao Ser...
Ser Brasileiro, ao contrário do que prega a lógica, não se deve ao simples fato de uma pessoa ter nascido no Brasil!
Existem pessoas nascidas no Brasil que não são nada Brasileiros, alguns até preferem morar, comprar, passear e outras coisas mais, em outros países.
Agora vou buscar no esporte uma comprovação para essa teoria. Fernando Meligeni, tenista nascido na Argentina, sempre foi mais Brasileiro do que nossos tenistas nascidos no Brasil. E, diga-se de passagem, é até hoje. (Meligeni atualmente ocupa a posição de capitão do Brasil na Copa Davis de tênis)
sábado, 22 de abril de 2006
Cassar ou Caçar?
por Marcelo Pizani
O problema deve estar na grafia.
Acredito que seria mais eficiente caçar os deputados corruptos do que tentar cassar!
sexta-feira, 21 de abril de 2006
Será esta a verdadeira democracia?
por Marcelo Pizani
Na forma de governo em que o Brasil é administrado, na nossa querida Democracia, nós elegemos pessoas para nos representar e lutar por nossos interesses.
Até aí tudo certo. O que eu não consigo entender, e nem aceitar, é por que existe o voto secreto em nossas casas de leis?
Se nossos representantes votam secretamente pela aprovação ou não de uma lei, como saberemos se eles estão fazendo o trabalho que se comprometeram a fazer? Como podemos saber se eles votaram contra ou a favor de uma determinada lei?
terça-feira, 11 de abril de 2006
Convocação para Alistamento
por Marcelo Pizani
Um homem foi denunciado e preso injustamente, e como se isso já não bastasse ele foi torturado e morto!
Mas o cara era bom! Simplesmente o melhor.
Quando muitos pensavam que ele realmente estava morto, ele reapareceu!
Reuniu novamente seus comandados e os instruiu à abrir várias frentes de combate contra os vilões da história, enquanto ele, voltou para a central de comando para coordenar de lá as operações. Lutaram bravamente e conseguiram a adesão de novos combatentes para defender a sua causa, ganharam algumas batalhas, perderam outras tantas...
Não, eu não estou falando de Jack Bauer!
O herói em questão é Jesus Cristo.
Aproveite essa Páscoa, aliste-se neste exército e lute por um mundo melhor.
terça-feira, 4 de abril de 2006
Turismo Espacial
por Marcelo Pizani
Faz alguns dias mandaram um Brasileiro pro espaço. Aliás, mais um!
Nosso país manda gente 'pro espaço' há muito tempo, não sei que vantagem estão vendo dessa vez!
Confesso que sou totalmente leigo nesse assunto espacial, se bem que assisti Guerra nas Estrelas, mas creio que isso não me dê embasamento algum para discutir mais a fundo o assunto.
Mas tudo bem, então farei minha leigas colocações.
De que será que nos vale experiências realizadas no espaço pelo nosso Astronauta Santista? (Dizem as más línguas que o título do Campeonato Paulista desse ano do Santos foi pro Espaço com ele.)
Apesar de muitos aqui viverem no mundo da lua, precisamos de coisas que funcionem bem por aqui, e não no espaço!
Chamam os gastos com essa viagem, que não foram poucos, de investimento.
Será que mandar algumas centenas de brasileiros para a Alemanha apoiar nossa seleção na conquista do hexa na copa não seria um investimento melhor?
Pois é, gastaram milhões de nosso dinheiro com esse ‘turismo intergaláctico’ e esqueceram de explicar que bem isso vai nos trazer. Se é que vai trazer algum.
terça-feira, 28 de março de 2006
Justiça com as próprias mãos
por Marcelo Pizani
Podem me acusar de generalizar as coisas, sei que não o devo.
Mas peço aqui uma licença poética para usar termos de generalização, e também minhas desculpas antecipadas aos que não se enquadram no texto que lerão agora.
A democracia brasileira é algo tão complexo que até a conjugação dos verbos se aplica de forma diferente em nossas "casas de leis".
Denunciar: Eu denuncio. Tu denuncias. Eles ignoram.
Pedir: Eu peço. Tu pedes. Eles ignoram.
(mas são uns ignorantes mesmo hein)
Pagar: Eu pago. Tu pagas. Eles nos passam a perna!
Confiar: Eu confio. Tu confias. Eles nos passam a perna!
(e nem podemos chamá-los de cobras, pois se fosse o caso não teriam como nos passar a perna)
Votar: Eu voto. Tu votas. Ele vota. Nós votamos. Vós votais. Eles...
...bom, eles continuam lá. Sambando no nosso orgulho, abusando da nossa paciência em esperar por dias melhores, menosprezando nossa inteligência.
Poder: Eu posso. Tu podes. Ele pode. Nós podemos mudar tudo isso!
Esse ano tem eleição. Informe-se a respeito dos candidatos, não vote em alguém por ele estar bem nas pesquisas. Procure o candidato mais justo, mais digno de ser votado, e mesmo que ele aparentemente não tenha chances de ganhar, vote nele.
O voto é a melhor maneira de fazer justiça com as próprias mãos.
segunda-feira, 20 de março de 2006
Um outro mundo
por Marcelo Pizani
Falcão, para os dicionários: ave de rapina, por alguns povos utilizada na caça.
Nas favelas: jovens encarregados de vigiar a favela e avisar a chegada de rivais e da polícia. (Segundo documentário exibido dia 19 de março de 2006 no Fantástico, Rede Globo.)
Esse documentário, "Falcão: os meninos do tráfico", do rapper MV Bill e do produtor Celso Athayde, mostrou a dura realidade em que vivemos, ou melhor, em que vivem muitas das pessoas que, por um ou outro motivo, não conseguiram da sociedade e dos governantes condições de viver com dignidade.
Crianças e adolescentes com armas na mão, vendendo e consumindo drogas...
É triste, é revoltante? Sim. É um grave problema social de nosso país, e com certeza não é exclusividade do Rio de Janeiro e suas favelas, o próprio documentário mostra os mesmos problemas em outras cidades como São Paulo e Florianópolis. E não pense que Maringá também não sofre com esses problemas. A maioria dos crimes acontecidos este ano na Cidade Canção tem relação com drogas.
Os governantes devem sim começar a fazer algo para combater isso, mas não depende só deles. É preciso também uma grande mobilização da sociedade para se combater as drogas.
Não dê dinheiro a pedintes. Dê roupa, comida, e se possível, uma chance de se integrarem na sociedade!
quinta-feira, 16 de março de 2006
Mais simples do que parece
por Marcelo Pizani
Estou sempre tentando entender as coisas ao meu redor.
Muitas coisas porém já desisti de procurar explicações, era isso ou enlouquecer sem sucesso algum.
Para que vim? Por que estou aqui? O que devo fazer?
Procurar explicações parece ser algo intríseco no ser humano.
Filósofos, grandes pensadores da humanidade... Muitos deixaram registros de suas conclusões a respeito de diversos assuntos, mas acredito que nenhum cause tanta polêmica quanto o comportamento humano.
Racismo, falta de respeito com terceiros...
Não há uma lógica, não existe ciência exata que explique o comportamento humano, embora muitos filósofos tenham tentado, através dos séculos, definir uma regra.
Muitos acreditam nessas regras definidas em livros, mas na minha humilde (porém MINHA) opinião não há por exemplo, estudo que explique de maneira lógica e sensata, o motivo de uma pessoa odiar outra por causa da cor de sua pele.
É um exemplo. Muitos podem tentar explicar. Mas, se pararmos para pensar um pouco, sem muita viagem filosófica, esse caso específico é algo tão banal, que não requer estudo algum para buscar uma explicação. O racismo simplesmente não passa de ignorância.
Não precisa consultar Freud ou quem quer que seja para explicar.
Na vida, as coisas são mais simples do que parecem.
terça-feira, 14 de março de 2006
Mudanças, por onde começar?
por Marcelo Pizani
Muitos reclamam do Presidente da República, por ele ter feito ou deixado de fazer algo. Sempre aposta-se na troca do Presidente para melhorar o País.
Fazendo uma alusão ao futebol, esse pensamento, seria como você ter um time com jogadores muito ruins e sempre mudar somente o técnico procurando obter um resultado positivo. Pois é, se os jogadores forem péssimos não existirá técnico capaz de dar jeito no time.
Assim acredito que seja na nossa democracia. Vai presidente, vem presidente mas não se troca os jogadores. Congresso e Senado há muito se reduz a alguns poucos, que eleição após eleição conseguem se reeleger.
O povo Brasileiro precisa tomar consciência de que, em uma democracia, por mais santo e competente que seja um presidente, se Parlamentares e Senadores não forem honestos e competentes, a máquina não funciona como deveria.
A mesma idéia se aplica na relação entre Governo de Estado e Deputados Estaduais e também para Prefeito e Vereadores.
domingo, 12 de março de 2006
Pão e Circo
por Marcelo Pizani
Ah, a velha e boa política do pão e circo!
Nosso congresso parece ter adotado bem essa política, porém com uma pequena modificação, no lugar do pão colocaram a Pizza. Com isso o Brasil, país conhecido e admirado pela criatividade de seu povo, inventou a política da Pizza e Circo!
O circo tá armado, todo dia tem um novo número, palhaço é o que não falta. Pizza então, nem se fala!
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